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quarta-feira, 6 de maio de 2015

CONTO : CROSSDRESSER

Crossdresser




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Olá! Meu nome é “Paulinha” sou crossdressers desde que nasci. Tenho 19 anos, 1,68mt, 55kg, cabelos castanhos médios e uma bunda de fazer inveja pra qualquer mulher.
Tenho quatro irmãs mais velhas e daí minha “opção” de ser CD.
Quando “pequena”, meus pais saiam de manhã para trabalhar e eu ficava aos cuidados de minhas irmãs. Elas que tinham entre sete e treze anos quando eu tinha treis, brincavam de casinha e eu era a “filhilha” delas. Elas me colocavam vestidos, faziam xuquinha em meus cabelos, me pediam para desfilar e eu adorava isso tudo.
Fui crescendo e aos dezesseis anos, conheci um amigo de minha irmã. O nome dele é Cícero e tinha 22 anos, 1,80mt e mais ou menos 70kg. Certo dia, eu e Cícero estávamos sozinhos em casa e comentei com ele que eu adorava me vestir de mulher. Ele disse que já sabia, pois, minha irmã havia contado pra ele. Fiquei meio sem jeito e ele logo disse que me achava uma graça e pediu pra me vestir de mulher só para ele, o que me deixou muito excitada. Corri para o quarto, peguei algumas

segunda-feira, 4 de maio de 2015

CONTO : O ENFERMEIRO TARADO

O enfermeiro tarado






Realmente, vim perceber que meu primeiro conto foi extenso demais. Prometo ser mais objetivo nessa nova história. Reforço que todos os relatos meus são verdadeiros. Me chamo Felipe (fictício) 20 anos, branquinho, não sou alto, e confesso que nem lembro minha altura, mas sou sarado, pois faço malhação, sem nenhum pêlo no corpo e ombros largos devido a natação, olhos pretos e cabelo moicano. Humildemente me considero bonito.
Isso aconteceu em 2008, quando eu precisei ir ao hospital fazer um curativo pois tinha levado uma queda sobre o braço e minha mão esquerda arranhou bastante. Entro na sala do hospital, e como se tratava apenas de um curativo simples, o próprio enfermeiro de plantão faria o serviço. Quando escuto meu nome entro na sala. Um homem aparece na porta, aparentando uns 26 anos com um jaleco branco, onde se via poucos pêlos saindo de sua camisa, e uma calça branca bastante apertada. Era um homem mulato, muito apresentável. Quando entro na sala, ele me convida a sentar, e já suspeitava do motivo de estar ali, pois viu minha mão arranhada. Ele começa a escrever, e segundos depois se levanta e tranca a porta de chave. Juro,que fiquei com bastante medo. Pois todas as minhas tranzas até então tinham sido com pessoas que eu conhecia. Ele após ter trancado a porta, pega a chave e guarda no jaleco.
- Sente-se na maca por favor Felipe.
Obedeci, e sentei.
- Estenda sua mão por favor.